sábado, 9 de mayo de 2009
O que tem que ser será.
Todas as ações vão gerar uma reação e estas ações vão nos conduzir ao nosso destino, quer gostemos ou não. Mesmo a omissão é uma ação. No final das contas só nos restará olhar o caminho percorrido e do alto da montanha, contemplando as curvas de nossa jornada entender porque de cada pedra, buraco, atalho e queda.
Se isto fosse uma verdade absoluta então para que caminhar? Para que querer?
A verdade de fato é outra, a única coisa que certamente acontecerá conosco é um encontro inegável com o nosso destino humano. O encontro com o sono profundo, que não tem o sopro da vida. Isto é a única coisa que assim será para todos nós. Mas, até isto acontecer como você vai viver os seus dias ?
Faça suas escolhas, o destino já sabemos, mas a jornada só cabe a nós dizer como percorrer. Pense nas históricas que você quer contar.
A verdadeira aventura começou.
No entanto no que pese minha aventura literária ficcional não decolar, posso dizer que minha aventura existencial segue firme e forte. Ainda não consegui deixar as sementes dos meus pensamentos para as futuras gerações, mas minha semente de vida estará lá no futuro para me representar. Meu filho ou filha se encarregarão disso.
Depois de 36 anos de vida e muitas histórias para contar, começa a verdadeira aventura, a odisséia de criar uma vida e educar um filho. Tudo que era hoje já não é mais. As cervejas são trocadas por suco, fraldas começam a fazer parte da lista de compras, revistas de motos dão espaço para periódicos de quartos de bebês, suas pesquisas na internet são voltadas para semanas de gravidez e acompanhamento da evolução do bebê. E posso dizer, isto é muito divertido. Parece que os amigos também vão entrando no clima e as baladas passam a ser almoços e jantares sossegados e mais saudáveis.
Passamos a olhar o mundo sobre outra perspectiva, vamos ter que deixar algo para alguém que nos importamos muito e este alguém vai depender unica e exclusivamente de você por um bom tempo. Os valores vão mudando aos poucos em um movimento quase imperceptível. Queremos que ele tenha qualidade de vida, acesso a educação e oportunidades para se desenvolver e criar o seu destino. Muitas destas entregas deveremos prover e garantir, isto por um lado assusta e por outro motiva a se empenhar mais e a trabalhar mais.
Somente semana que vem saberemos o sexo e eu acho que esta informação é a grande responsável pelo fato do meu entusiasmo por fotografia ter diminuido. Acho que quero saber primeiro quem vem lá para poder prestar as homenagens para ele ou ela de forma certa e aberta. Com certeza é pelo mesmo motivo que ainda não gastamos nada em roupas, ou com o quarto ou com acessórios. Quando souber se é um menino ou se é menina saberei como tratar e certamente as fotografias voltarão a fazer parte da nossa rotina.
jueves, 4 de diciembre de 2008
Brasil preparado contra a crise
03/12/08 - 18h17
InfoMoney
A começar pelo aspecto macroeconômico. "Comparados com o restante do mundo, os países latino-americanos têm, em média, baixos níveis de dívida pública, posições fiscais razoavelmente robustas e bancos bem capitalizados. Isto põe a região em uma posição relativamente confortável para absorver as turbulências financeiras externas e manter um crescimento positivo", julga o Citi.
Na visão do banco, o Brasil "tem boas chances de crescer 2,5% ou mais". Um dos aspectos do País elogiados pelo Citi é a baixa relação que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro apresenta frente às exportações, fator este que mantém a economia relativamente blindada à menor demanda mundial.
Por sua vez, o atual momento é complexo e desafiador aos condutores de política monetária no continente - inclusive o Copom (Comitê de Política Monetária). De um lado, a desaceleração econômica pede um estímulo por meio de cortes nos juros. Mas de outro lado, a aversão ao risco pesa sobre os mercados cambiais da região, para não falar nas pressões inflacionárias com a alta do dólar.
No caso do Brasil, a expectativa do Citi é para mais algumas elevações na taxa Selic, que posteriormente deve assumir um ciclo de manutenções. E ao contrário de outros analistas, o banco vê o alto patamar do juro brasileiro comparado a outras taxas pelo mundo com bons olhos, uma vez que "dá margem a possíveis cortes se a deterioração econômica revelar-se mais profunda que o esperado".
Garimpando papéis atrativos
Não é só a economia brasileira que recebe leituras favoráveis por parte do Citi: o mercado do País também arranca elogios entre os analistas do banco, ainda que permeados pela cautela que, afinal, todo momento de crise exige. "Brasil é nosso mercado preferido na América Latina, uma vez que seus papéis possuem os menores patamares da região", afirma.
A visão positiva dos analistas para o mercado brasileiro, atrelada na idéia de que os ativos estejam excessivamente penalizados mesmo frente às turbulências do atual cenário, é reforçada pela elevada liquidez dos papéis e pelas perspectivas de uma retomada da flexibilização monetária no longo prazo, quando as commodities também devem reassumir sua trajetória de alta.
No entanto, atenção. "Investidores devem focar em ativos de qualidade, de empresas líderes em seus segmentos de atuação, com bom fluxo de caixa e managements que inspirem confiança em tempos tão turbulentos". Com tais prerrogativas em mente, o Citi destaca os papéis de CCR Rodovias, Cemig, Itaú, NET, Petrobras e Vale.
martes, 2 de diciembre de 2008
Pesquisa revela que 41% dos brasileiros possuem conta-corrente
SÃO PAULO - Apenas quatro em cada dez brasileiros possuem conta-corrente, conforme revelou pesquisa realizada pela LatinPanel. "Se pensar de uma forma geral, essa proporção é bastante baixa", afirmou a diretora de varejo da empresa, Fátima Merlin.A afirmação da diretora é baseada no fato de que, se pensarmos na alta renda brasileira, a bancarização é bastante forte, mas deixa a desejar nas classes mais baixas. "A baixa renda ainda é desbancarizada. Eles têm cartão de crédito, mas é mais o de loja".De acordo com os dados do estudo, 39% dos brasileiros possuem um cartão de débito, enquanto 34% têm um cartão de crédito.
Desafios
Questionada sobre quais são os fatores que levam os brasileiros a serem pouco bancarizados, Fátima apontou a alta informalidade no mercado de trabalho. "Estas pessoas não têm como comprovar renda", disse a diretora, a respeito de uma das exigências para manutenção de contas.Outro motivo apontado por ela foram questões pessoais. "Muitos têm receio porque acham que o dinheiro irá sumir".
Poupança
A pesquisa da LatinPanel ainda revelou que 11% das famílias brasileiras destinam de 6% as 10% de seu rendimento para poupança ou para fazer algum tipo de economia.Os dados são coletados de duas pesquisas realizadas pela LatinPanel. A primeira é feita com 8,2 mil pessoas, que representam 44% dos lares e 82% da população domiciliar. A outra tem abrangência em toda a América Latina e contata 33 mil pessoas.
Estudo mostra que 42% dos brasileiros têm dívidas para os próximos 12 meses
SÃO PAULO - Pesquisa realizada pela LatinPanel revelou que 42% dos brasileiros já têm algum tipo de dívida para os próximos 12 meses. De acordo com a diretora de varejo da empresa, Fátima Merlin, o dado está alinhado com o que se apresenta na América Latina e mostra uma população ávida por consumir."Temos uma grande parcela da população na baixa renda, por isso, somos uma região em desenvolvimento e temos necessidades a serem cumpridas, mesmo as mais básicas, como moradia", afirmou ela. "A América Latina é ávida por consumir e a forma que ela tem é o crédito", completou.
Finalidade
Para se ter uma idéia, de acordo com os dados, 60% da população brasileira tem algum tipo de financiamento. "Se olharmos para os anos anteriores, essa tendência se mantém. O endividamento sempre gira em torno de 60% ou 70%", disse Fátima.Da população que tem algum tipo de financiamento, 40% pretendem usar o dinheiro para a compra de eletrodomésticos e 28%, para aquisição de roupas. Outros 21% querem comprar alimentos, 15% pretendem fazer melhorias na habitação ou comprar um carro e 4%, destinar o dinheiro do empréstimo para uma viagem.Os dados, coletados antes da crise financeira internacional, mostraram ainda que 47% das pessoas pretendiam fazer dívidas.
Bom ou ruim
Conforme explicou Fátima, os dados podem ser vistos de maneira positiva ou negativa, sendo que esta última depende de como o empréstimo é adquirido: "a pessoa conseguiria efetivar o pagamento para que isso não incorra em inadimplência?", questiona a diretora.O lado positivo é que mostra a intenção da população em ir às compras, o que é bom para a economia.Os dados são coletados de duas pesquisas realizadas pela LatinPanel. A primeira é feita com 8,2 mil pessoas, que representam 44% dos lares e 82% da população domiciliar. A outra tem abrangência em toda a América Latina e contata 33 mil pessoas.
domingo, 30 de noviembre de 2008
Neve
Este final de semana foi dedicado a passar muito frio. E quando digo muito é muito mesmo! Chegamos na estação de Navacerrda com -4 e saimos com -7, para alguém acomodado ao clima subtropical brasileiro posso até dizer que foi um fina de semana radical.
Nava cerrada foi a primeira das estações de esqui que ficam perto de Madrid a abrir para a temporado de inverno 2008 e 2009. Dos quatros picos existentes, dois estavam abertos, ambos considerados como fácil pelos experts de sky e snowboard. Se bem que este fácil me custou uma luxação no braço e se bem me lembro da última, serão duas semanas tendo que usar mais o lado direito do cérebro e a mão esquerda.
Acidentes a parte, voltemos a falar sobre Novacerrada. É uma cidadezinha na serra, fica a 60 km de Madrid e é servida por linhas de tren e ônibus, além de fácil acesso via carro. No sábado fomos de tren e no domingo carro, como passeio recomendo os dois. O ideal é ir logo pela manhã e aproveitar bem os 30,00 euros que devem ser investidos para se usufruir da estação por um dia todo. Imprescindível estar munidos de roupas para neve, mas existe lojas para aluguel de tudo que um turista precisa. Pela minha experiência de sábado um sapato impermeável pode fazer toda a diferença sobre sua opinião sobre o passeio e uma possível gangrena. :)
A melhor parte, que por inépcia de minha parte também foi a pior, foi a aula de snowboard. Ja havia experimentado sky em Bariloche, mas o snow tem adrenalina no seu DNA e aumenta mais as possibilidades de diversão (e tombos, é claro!). Só para registro, no meu caso foram 3 grandes tombos, 2 divertidissimos e 01 como eu disse vai me deixar fortes lembranças por algumas semanas. Recomendo para quem tem muita disposição física e goste de um certo risco.
Acho que esta estação é a melhor opção para quem esta em Madrid e gostaria de fazer um turismo na neve. É perto, barato e tem boa infraestrutura para quem é iniciante no assunto. No doming estivemos em 9 pessoas e a nota foi unâmine. 10 com louvor.
Ah existem opções de trenó para as crianças, mas vi muito adulto experimentando a bricandeira.
viernes, 28 de noviembre de 2008
Os Rumos da Economia Mundial e seu Impacto no Brasil
Todos estão assustados com esta atual crise e com os rumos da economia mundial. As especulações são muitas, assim como as previsões pessimistas e as comparações com outros momentos da história, como a recessão de 1929. Na contramão de análises apocalípticas. As coisas devem ser vistas com a verdadeira dimensão que elas assumem e, neste caso, isso significa dizer que o cenário real é muito menos caótico do que este que tem sido anunciado. Depende de nós mantermos a calma e não nos precipitarmos por medo ou ignorância.
Hoje, as principais fontes consultadas e os responsáveis por análises sobre a economia mundial são especialistas que não entendem nada de administração. Eles avaliam problemas, tecem previsões – e são muito bons no que fazem – mas não são capazes em prever as medidas corretivas que as próprias empresas hoje em dia são capazes de fazer. Não entendem as estruturas das empresas e, exatamente por isso, não acreditam que elas serão capazes de se adaptar ao atual cenário e resolver os problemas. E são pessimistas com relação ao que os
governos são capazes de fazer. Daí o pessimismo generalizado.
Informação contra o pânico
O pânico que se alastrou no mercado com a crise mundial levou muitos investidores assustados a liquidarem seus fundos, com declarações como a do diretor geral do FMI que o mundo iria derreter. Inúmeros foram os saques dos que desistiram do mercado de ações, protagonistas de uma corrida desenfreada para abandonar o barco, e que tomaram suas decisões baseados em alardes compartilhados pela mídia global.
O colapso financeiro evidencia também uma espécie de falência da imprensa, especialmente ao que se refere às mídias eletrônicas. A falta de tempo encurta e limita os processos da apuração e o resultado desta urgência são informações equivocadas e previsões errôneas, endossadas pela mídia como realidade. As notícias tornam-se, então, ruídos, fomentam o pânico generalizado e acabam por prejudicar a tomada de decisões importantes ao cotidiano
de todos.
A saída que a crise nos ensina para evitar esse caos informativo é a criação de blogs corporativos. Cada uma das grandes companhias brasileiras, e também mundiais, deve criar um espaço em que possa filtrar as informações que circulam pelo mercado e interpreta´-las segundo a visão de seus clientes e stakeholders. É preciso explicar o que está acontecendo, como e porque estamos vivendo este momento e, mais do que isso, é importante apresentar a
estes funcionários uma perspectiva da empresa para enfrentar e vencer a turbulência.
Nenhuma empresa saiu a público nem internamente, afirmando que não iria demitir funcionários nos próximos três meses, por exemplo, o que acalmaria fornecedores e funcionários.
Mesmo que tenhamos uma recessão, o desemprego aumentaria somente 2%, o que significa que 98% de seus funcionários poderiam continuar gastando e planejando normalmente. Mas como ninguém tem certeza quem serão estes 2%, 100% dos funcionários postergam gastos e planos de compra.
Um blog corporativo poderia por exemplo alertar os investidores apavorados, que naqueles preços as ações da empresa estavam com PL 3 ou menos, ou seja ridiculamente baratos.
Informações que nenhuma mídia eletrônica prontificou ou tinha conhecimento suficiente para alertar seus leitores.
Transparência é fundamental neste processo e certas medidas tornam-se importantes para manter a solidez, tais como:
- Não altere os valores da empresa. Reforce-os.
- Não centralize atividades. Envolva todos os interessados e distribua tarefas. A tendência de haver brigas corporativas em momentos de crise, é elevada e obviamente prejudicial.
- Seja fiel ao seu cliente e demonstre sua fidelidade a ele. Vocês estarão juntos nesta crise e não um tentando se aproveitar do outro.
É este o momento de manter o comando e demonstrar liderança para superar obstáculos.
Diagnóstico da crise
O colapso de um sistema financeiro, assim como a queda de um avião, não é resultado de uma única causa. Ele é produto de um conjunto de erros e enganos. No caso desta crise mundial não poderia ser diferente. Entre atropelos e alardes que fugiram ao controle, não houve um sistema de segurança eficaz para conter e reverter os processos que desencadearam a atual recessão.
Entre os motivos para a atual crise mundial está um dos maiores problemas enfrentados pelos norte-americanos: a falta de conhecimento sobre o sistema de correção monetária. A população dos EUA desconhece esta medida de reajuste fiscal, assim como os balanços dos bancos americanos não têm ajustes monetários. Tal política parece incompreensível e ainda deve perdurar por um longo período. Estimativas apontam que, somente entre 2008 e 2009,
os bancos nos EUA deixaram de emprestar US$ 2 trilhões, graças a um sistema que não contempla a correção monetária do seu patrimônio, algo que fazíamos no Brasil. Este erro induz a conclusão equivocada que bancos americanos estavam muito alavancados, quando na realidade seus patrimônios estavam defasados contabilmente. O Citi tem lucros reinvestidos de 1954, ainda a valores de 1954.
A causa primária do colapso financeiro, porém, está em outro lugar. Ela tem sua origem na política habitacional dos EUA. No país, o programa de incentivo à casa própria permite que os juros de aquisição dos imóveis sejam deduzidos do imposto de renda, em longínquas parcelas de hipotecas a perder de vista.
Tal política monetária é, na verdade, um sistema de incentivo ao endividamento e ao risco pessoal. É graças a este sistema de subsídio e a longos empréstimos para a realização do sonho da casa própria que estamos vivendo o caos financeiro.
A boa notícia, porém, é que somente em 2009, as expectativas são de que mais de 1,5 milhão de americanos se casem e busquem este mesmo incentivo fiscal para que consigam moradia, movendo a máquina econômica novamente.
Assim, as previsões para o próximo ano são muito mais favoráveis do que se imagina. Deverá haver um déficit habitacional americano de 1 milhão de casas em 2009, com juro real negativo e preços de imóveis 15 a 25% mais baratos, não por muito tempo.
Impactos no Brasil
Em meio a esta crise, uma coisa deve estar muito clara a todos: definitivamente, o Brasil não é os EUA, é melhor. O país apresenta inúmeras vantagens frente ao gigante norte-americano, sejam financeiras, geográficas ou sociais.
Para começar, o setor imobiliário é responsável por apenas 7% dos empréstimos feitos por bancos no Brasil. Nos EUA, este índice é de 40%. Não há subprime no Brasil, o país não está nem perto dessa realidade e, além disso, 50% de seus bancos já são estatais.
Outro indicador positivo está relacionado ao sistema de ensino privado no Brasil. Estimativas apontam que em 2010 o país contará com 25% mais profissionais recém-formados em administração, contra 18% de americanos, ou seja, o país será cada vez melhor administrado.
Além dessas vantagens, no Brasil, ao contrário do que ocorre na Europa ou no Japão, o crescimento da população economicamente ativa é uma realidade. Não há desastres naturais que assolem o país e ele ainda detém 20% da capacidade mundial de utilização do solo e realização de fotossíntese.
O Brasil goza da independência de petróleo e, diferente da Índia, já realizou sua urbanização. Esta é uma nação imperial, ou seja, cresce sempre no mercado interno, seja qual for a situação para além de suas fronteiras.
Por tudo isso, nós, brasileiros, estamos no país certo, no momento certo. Não temos crise e não vamos tê-la enquanto mantivermos nossa competência empresarial.
Um futuro de 40 anos fantásticos aguarda o Brasil. Para aproveitá-los, a receita é simples: é preciso manter a calma, assumir a liderança.
* Stephen Kanitz é consultor de empresas e conferencista, já realizou mais de 500 palestras nos últimos 10 anos no Brasil e no exterior. Mestre em Administração de Empresas pela Harvard University, foi professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da
Universidade de São Paulo. Criador do Prêmio Bem Eficiente para entidades sem fins lucrativos e do site www.voluntarios.com.br. É árbitro da BOVESPA na Câmara de Arbitragem do Novo Mercado.